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Normas de boas práticas

GRUPO MULHERES DE FACILITIES - BRASIL

CÓDIGO DE CONDUTA E PRINCÍPIOS ÉTICOS

CAPÍTULO I – DA NATUREZA DO DOCUMENTO

Art. 1º. O presente Código dispõe comportamentos que deverão nortear as condutas das integrantes do GRUPO MULHERES DE FACILITIES.

CAPÍTULO II – OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA

Art. 2º. O Código tem como objetivos:

 I - Elevar o respeito e a confiança mútuos entre as integrantes do GRUPO MULHERES DE FACILITIES;

II - Fomentar a importância do contínuo aprimoramento educacional, cultural e profissional de suas integrantes;

III – Pautar a avaliação de eventuais violações ao quanto aqui disposto.

CAPÍTULO III – DOS PRINCÍPIOS ÉTICOS

Art. 3º. Este Código é regido pelos seguintes princípios éticos:

 I – Eficiência;

II – Confiabilidade;

III – Transparência;

IV – Integridade;

V – Ética;

VI – Responsabilidade Corporativa.

EFICIÊNCIA

Art. 4º. O ditame da eficiência baseia-se em fazer desta instituição um referencial de bom serviço na gestão imobiliária, com utilização racional de recursos e instrumentos para a consecução dos interesses de parceiros. Nesse sentido, todas as integrantes do grupo deverão se pautar pelo comprometimento com os objetivos definidos para o grupo, bem como, pela dedicação aos trabalhos que eventualmente assumirem, sempre considerando que se tratam de atividades voluntárias e sem qualquer remuneração.

CONFIABILIDADE

Art. 5º. Pelo princípio da confiabilidade, este grupo e suas integrantes traçam o compromisso de sempre disporem aos seus clientes e parceiros soluções que representem, em razão do histórico e dos valores do grupo, propostas com o mais elevado padrão de qualidade e segurança.

TRANSPARÊNCIA

Art. 6º. As organizações são transparentes, no conceito consagrado pela governança corporativa, quando obedecem ao critério de relevância ao divulgar informações, sejam ou não obrigatórias por leis ou regulamentos, mas que de fato interessam aos seus públicos.

INTEGRIDADE

Art. 7º. A Integridade consiste na forma hígida, leal e honesta com a qual se desenvolvem as relações sejam elas pessoais e profissionais que envolvam a instituição e as atividades e negócios de cada integrante. É o respeito às leis do país como cidadão, efetivo componente do ente associativo.

ÉTICA

Art. 8º. A ética se caracteriza pela prevalência dos valores coletivos sobre os individuais e se materializa, entre outros princípios, no respeito da integrante aos caracteres que regem o dever ser do indivíduo, isto é, conduzindo-o a reconhecer, aceitar, apreciar e valorizar as qualidades do próximo, os seus direitos, deveres, responsabilidades e as diferenças, inclusive as das minorias. Nesse sentido, fica desde logo esclarecido que o grupo não foi criado para ser sede e foro de debates políticos e tampouco para divulgação pessoal, comercial ou institucional de suas integrantes ou empresas a que estejam ligadas, salvo nas hipóteses de patrocínios previamente aprovados pela diretoria, mediante os critérios previamente definidos pelo grupo.

RESPONSABILIDADE CORPORATIVA

Art. 9º. Responsabilidade corporativa é a conciliação das esferas econômica, ambiental e social na geração de um cenário de continuidade e de expansão das atividades das empresas, sob a égide dos interesses maiores da sociedade, intentando alcance de melhores resultados sem comprometer o meio para as futuras gerações. A partir desse princípio, a seguintes normas devem ser observadas pelas integrantes do grupo:

 I – Utilizar sempre as melhores práticas de governança; 

II – Certificar a inexistência do trabalho infantil e forçado na cadeia produtiva;

III – Sustentabilidade.

CAPÍTULO IV – DA RELAÇÃO ENTRE OS ASSOCIADOS

Art. 10º. O modo de atuação do GRUPO MULHERES DE FACILITIES e de seus Associados deve se pautar pelos seguintes princípios:

I – Legalidade, responsabilidade, zelo e transparência no desenvolvimento de quaisquer atividades profissionais;

II – Valorização da diversidade de pensamentos e opiniões;

III – Condução de relações profissionais e entre integrantes com integridade, equidade, cooperação e respeito mútuo;

IV – Não tolerância a qualquer tipo de discriminação, seja de nacionalidade, gênero, religião, cor, classe social ou qualquer outra característica pessoal;

V - Sigilo sobre informações relativas aos Associados ou a trabalhos desenvolvidos no grupo, não os utilizando em qualquer forma de benefício próprio;

VI - Serem defensoras dos princípios de sustentabilidade, agindo com responsabilidade econômica, social e ambiental na consecução das atividades associativas.

Art. 11º. Toda integrante do grupo observará, nas suas relações com os colegas associados e terceiros em geral, o dever de urbanidade, tratando a todos com respeito e consideração, devendo exigir igual tratamento de todos com quem se relacione.

CAPÍTULO V – GESTÃO DO CÓDIGO

Art. 12º. Caberá ao Comitê de Ética do GRUPO MULHERES DE FACILITIES a divulgação deste Código.

Art. 13º. Caberá ao Comitê de Ética cuidar da constante adequação e atualização deste Código.

Art. 14. São integrantes do Comitê de Ética:

I – Os membros fundadores;

II- Os membros integrantes da diretoria.

Art. 15º. Será também de sua competência dirimir questões de interpretação, bem como tomar conhecimento de casos de violação e julgá-los, na forma do disposto no Estatuto Social do GRUPO MULHERES DE FACILITIES.

Art. 16º. É direito das integrantes do grupo e pessoas, físicas ou jurídicas, a elas vinculados, recorrer ao Comitê de Ética do GRUPO MULHERES DE FACILITIES em defesa dos interesses relacionados às conduta e boas práticas da instituição.

Art. 17º. Caberá à Assembleia Geral o julgamento de recurso de questões de natureza disciplinar, desde que oriundos do descumprimento de conduta ética e das demais disposições previstas neste código, e desde que o referido recurso seja apesentado em até 10 (dez) após a data de recebimento da comunicação formal da decisão prolatada pelo Comitê de Ética.

 Art. 18º. Não caberá ao Comitê de Ética e a Assembleia Geral analisar questões que já sejam objeto de litígio em discussão na esfera judicial (Justiça Comum ou Arbitral).

CAPÍTULO VI – DAS PENALIDADES

Art. 19º. A violação das normas de conduta estabelecidas neste Código poderá ensejar a aplicação das penalidades previstas no Estatuto Social do GRUPO MULHERES DE FACILITIES entre elas:

I – Comunicação de “Não Conformidade”;

II – Advertência;

III – Suspensão;

IV – Exclusão.

Art. 20º. A aplicação da pena, sua dosagem e julgamento dos expedientes cabíveis são de competência do Comitê de Ética.

 

 

CAPÍTULO VII – DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 21º. Ficam revogados os normativos internos do GRUPO MULHERES DE FACILITIES que eventualmente conflitem com o disposto neste Código.

Art. 22º. A instituição promoverá todo o necessário para adequar sua estrutura e a conduta de seus integrantes às disposições deste Código.

Em 26 de fevereiro de 2019 , na cidade de São Paulo tomam posse a Diretoria Executiva do GRUPO MULHERES DE FACILIIITES e firmam compromisso de cumprir o Código de Ética executando cada qual abaixo relacionadas os cargos para que foram eleitas para o biênio 2019-2020.

 

Maria de Fatima Sousa e Silva

Presidente do Conselho.